Coconuts

1 Junho, 2008

gente, lembrei!

Arquivado como: brega, moi, sonhos — marinarama @ 1:44 pm

Ando sonhando muito. E só celebridades: dia desses com dona caró, hoje Amarante, meu amante. Estava eu numa rua de madrugada, no frio, saindo de algum lugar, e ele no meio-fio, em pé, de bobeira. Olhei e ele notou que eu era uma daquelas que o amavam pelo Orkut, então eu me contive e só peguei no braço dele e disse: “Cara, você é muito lindo, viu?”. Ele sorriu em solidariedade, não em convencimento - porque ele estava com uma barba ruiva nojenta no frio, com cara de fim de noite. Ele era lindo no sentido caetano da coisa, sabe?

Como pude eu esquecer até esse momento?

12 Fevereiro, 2008

sonhos bizarros

Arquivado como: putaquepariu, sonhos — marinarama @ 6:31 am

Estava eu em uma casa onde tinha uma cocker louca que atravessava buracos entre cômodos (e a casa continuava de pé, fascinante). Minto, uma filhote de leoa, justamente. Daí toda a coisa: tinha essa caixa de sapato misteriosa a la Tieta do Agreste, que, claro, eu abri pra ver o que era. Saltaram daí uma porrada de - sabe aquela luzinha colorida que a gente vê depois de exposto a luz? Mais ou menos aquilo. Que depois vim eu saber que se tratavam de futuros filhotes de leão (!), e, ao mesmo tempo, estavam no estágio de “pensamento”. Eram, na verdade, pensamentos de canções. Canções de Simon & Garfunkel.

E eu acho que basta, não?

4 Fevereiro, 2008

sai de mim

Arquivado como: brega, moi, sonhos — marinarama @ 9:29 am

Sonhei que o Sting morria. E eu pensava: “Nossa, nunca que ele pensaria que logo antes de morrer faria um show no Maracanã”. Sai de mim, Gordon, deixa meu inconsciente em paz!

7 Janeiro, 2008

confesso, querido diário*

Arquivado como: brega, carioca, moi, nerd, piauí, sigh, sonhos — marinarama @ 8:10 pm

Hoje descobri que Courtney Cox (estamos na temática seriados, eh?) tem 43 anos. Tá ótima, né? Sonhei - pra variar - mas tive pesadelo. Acordei assustada porque um senhor tinha entrado em casa sem que eu visse, eu agarrei o pescoço dele e fiquei segurando (sem sufocar, é claro), não sei como ele virou um cachorro. Aí me dei conta que, realmente, só um cachorro para eu aguentar segurar sem matar, é claro, que eu não sou homicida. Aí me deu toda uma neura de “quem me garante que eu não vou morrer amanhã; eu moro no Rio de Janeiro, posso tomar um tiro agora” e temi deixar de ser corajosa e cagar para assalto como assim o faço. Ainda bem que de dia eu estava de volta ao normal, até andei dois quarteirões com mil reais em espécie dentro da bolsa, disfarçando a linguagem corporal pra ninguém desconfiar. Hoje me deu saudade do corinthiano, porque, apesar de tudo, ele era fofo. Mas o John me entretem na caixa postal, então tá de boa. Pedi para comprar um pinguizinho da piauí - o cara da banca tinha dois! - mas o cidadão falou que não, que era só enfeite. Só eu assisto The Big Bang Theory?

* esta mulher me convulsiona…

3 Janeiro, 2008

sonho number nine

Arquivado como: aimeudeus, caralho, moi, selfpity, sigh, sonhos — marinarama @ 6:27 pm

Essa eu tenho que compartilhar mundo afora. Bizarro, bizarro.

Ainda na confusão mental de o que sonhei/ o que vivi, dia desses tinha certeza que era capaz de voar. Ainda tirava onda a respeito, pensando “Mas por que essa gente não pegou a manha ainda? Coisa mais simples”. Voava escondido, por não ser tão expert na atividade, estilo balão aproveitando as correntes de ar quente. Mas voava. Sensação de nadar no ar, por assim dizer. Devo ter passado mais de uma semana com esse fato absurdo perdido no meu inconsciente. Primeiro que me perguntasse se eu sabia voar, responderia na lata que sim, ora, como assim você não? Imagina a cena: eu vendo tevê dia desses e me veio o estalo - peraí, mas você não voa, idiota.

Muuuuuito pertubada.

10 Novembro, 2007

sonhos

Arquivado como: sonhos — marinarama @ 11:00 am

” Dans tes rêves…”

Sonho do dia: saía do Marriott pronta para ir à praia, atravessava a rua (sem calçadão, que estranho). Igual Gael, com uma toalha amarrada no pescoço (me contaram, eu não vi). Indo em direção à areia, dois caras vindo na direção oposta. Aí reparei que as ondas estavam um pouco alta demais, quando chegaram mais perto era um quase mini-tsunami. Os caras olharam já em cima da hora e fizeram como quem pega jacaré, eu tava um pouco atrás e deu pra agüentar, mesmo sendo empurrada para trás. A onda acabou já lá nos vidros do Marriott.

Eu sonho tanto que vou até fazer uma tag.

28 Outubro, 2007

será?

Arquivado como: aimeudeus, caralho, carioca, foto, sonhos, syrene — marinarama @ 10:03 am

Eu parei de fumar um depois de Tropa de Elite (NOT!), mas ando meio chapada quanto a realidade/sonho. Acho que é efeito colateral de dormir demais. E olha que Syrene não me deixa dormir quanto eu deveria, com seus sutis passinhos pela cozinha.  Pê Esse, eu trabalho às 15hs, cidadãos, deixem-me em paz. No dia seguinte à chuva*, por exemplo. Atravessei o sinal do ponto de ônibus e na árvore da escola alemã estava subindo esse IMENSO rato, meio pelado, assim; que de tão grande eu fiquei na dúvida se era mesmo um roedor. Um cara que vinha na direção oposta riu da minha cara de intrigada/enojada, então pensei que deveria se tratar de uma espécie nativa (sagüi, siri, jabuti?). Deixei passar. Ontem, relembrando e comentando com minha tia, ela confirmou que sagüi se trata de um macaco, então, mermão, aquilo era uma ratazana absurda de imensa e nojenta. Ahhh! Mas o fato é - era um bicho tão macabro que o meu cérebro interpretou como peça de sonho, igual King Kong.

* A chuva, THE rain, sf. precipitação pluviométrica na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro aos 24 de outubro de 2007.

 É, eu sei que daqui a pouco a escala da chuva só tende a piorar:

charge.jpg

19 Outubro, 2007

ha!

Arquivado como: caralho, impoliticamente, ironiadacoisa, moi, pan, sigh, sonhos — marinarama @ 8:39 am

Aí hoje eu sonhei que King Kong estava atacando Brasília. Sim, King Kong em pessoa primata, descendo dos céus (estilo escada rolante do além, sabe?) a cada três horas, mais ou menos, aterrorizando o planalto central. O noticiário era super atualizado no estilo “king Kong neste momento está se dirijindo ao Parque Nicolândia, da próxima vez será o Carrefour Norte, repito…” - o que era estranho, visto que King Kong (praticamente um habitante divino) teria dado todo o seu planejamento diário ao jornal local. Uma coisa assim meio Deus e homem se comunicando, mas enfim. Eu estava mais preocupada em fugir de King Kong com o Bruno, do Pan, e só vi o noticiário de relance para me dar conta da genialidade da coisa. Em conclusão: muito cagaço. Devo ter morrido, Syrene me acordou antes que eu soubesse. Onde estava eu com a cabeça ao confiar minha vida ao Bruno?

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