Vou fazer esse blog de lembrete de tarefas.
Passei a semana inteira pensando no que raios tinha que comprar na Avenida Central e agora li que era um mp3 de 1 giga para a minha mãe.
Semana que vem, um CD com os melhores hits de RC para a Dona Penha.
Vou fazer esse blog de lembrete de tarefas.
Passei a semana inteira pensando no que raios tinha que comprar na Avenida Central e agora li que era um mp3 de 1 giga para a minha mãe.
Semana que vem, um CD com os melhores hits de RC para a Dona Penha.
Eu confesso que não era daquelas pessoas que detestam pombos de graça. Que se incomodam com as doenças, a super-população em praças, os barulhos (escreva aqui o nome do barulho de pombo, que me fugiu agora). Só dizia mesmo que pombos eram como ratos com asas porque ouvi Bart Simpson falando algo a respeito uma vez e coloquei na cabeça.
Até hoje.
Porque no dia que um pombo caga no seu braço você passa a concordar com a maioria.
Estava eu em uma casa onde tinha uma cocker louca que atravessava buracos entre cômodos (e a casa continuava de pé, fascinante). Minto, uma filhote de leoa, justamente. Daí toda a coisa: tinha essa caixa de sapato misteriosa a la Tieta do Agreste, que, claro, eu abri pra ver o que era. Saltaram daí uma porrada de - sabe aquela luzinha colorida que a gente vê depois de exposto a luz? Mais ou menos aquilo. Que depois vim eu saber que se tratavam de futuros filhotes de leão (!), e, ao mesmo tempo, estavam no estágio de “pensamento”. Eram, na verdade, pensamentos de canções. Canções de Simon & Garfunkel.
E eu acho que basta, não?
Matéria de quatro páginas escrita pelo João Moreira Salles sobre o babaca-mor do mundo ocidental, Paulo Vinicius Coelho, vulgo PVC.
Pinguim, olha teu rabo.
Tem esse muleque aqui na rua que eu detesto, Gabriel. Nunca troquei uma palavra com o 12-year-old, mas vejo ele sutilmente berrando do quinto andar para baixo e vice-versa (ele não deve ser familiarizado com a nova ferramenta, interfone). Levando em consideração que é no prédio da frente, eu sei que ele divide apartamento conjugado com irmã, mãe e pai.
O pai. O que falar do cidadão? Primeiro, que Gabriel aprendeu a berrar com o genitor, na maioria das vezes é o seu gentil interlocutor - Pôrra, Gabriel, já não mandei subir?!
Pois bem, estou eu voltando pra casa quando encontro a família no caminho (como não reconhecer aquele cabelo de cuia do Gabriel?). Não presencio o ba-ba-ca do pai dando uma singela rasteira no Gabriel, dessas que a gente (quando tem 12 anos) dá de zoação nos outros pra cair? “Você não fez comigo? Leva de volta”.
Gabriel faz muito pouco em berrar por não querer subir.