Eu tenho que escutar uma estação cujo slogan é: “porque o ouvido fica muito perto do cérebro”.
Me admiro como a mídia adora uma data centenária. Vamos ficar mais meses ouvindo a balela dos 200 anos de chegada da família re… zzz.
Espero que o Flamengo não ganhe a Libertadores; caso contrário, vai me dar o mesmo sentimento que eu tenho pela seleção. Porque, analise: o Flamengo é tão imenso que abrange as pessoas com as quais me identifico e aquelas que desprezo completamente. Ou seja, vou sofrer muito abdicando de uma das poucas alegrias da minha vida.
“- Você é flamenguista, né?
- Ora, me respeite…”
Não mais chamarei Deus de cara gozador e/ou filho da puta (será que publicando isso em um blog a minha vida fica muito pior?) depois de ler “Ensaio Sobre a Cegueira”. Saramago freaks me out so bad. Eu e Deus nos entendemos, tudo culpa das expressões da língua portuguesa. Segundos depois de lamentar com o TP alguma coisa na cozinha, temi não haver suco pro meu almoço. De repente, surgiu uma latinha de Guaraná lá no fundo e eu falei, sem pensar: “Deus é bom”. Tenho que acreditar que sim, né?
Rebeca Gusmão apareceu toda mulherzinha (maquiada, brincos, roupa paty) dando entrevista agora. Ah, poupe-me. Vi no Pan, sei do que falo.