Coconuts

29 Junho, 2008

Minha ida ao shopping

Arquivado como: carioca, ironiadacoisa, moi — marinarama @ 1:24 pm

Estilo “Minhas férias”

Fui à TIM trocar de aparelho, peguei um w200i pela pura preguiça de pesquisar o que me serviria/ barateza dele para mim/ Pedro tem um igual, já conhecia. Fui atendida por um cara chamado Ted, nem um pouco conversador, com uma aliança do tamanho do mundo na mão esquerda. De repente o celular pessoal dele toca e ele fala “Oi, amor” e eu já imagino uma tchuchuca lá em Engenho de Dentro do outro lado da linha, perguntando se eles tinham na loja um V3 chumbo. “Não, amor, só café” (nomes de cor de celular igual de esmalte, hein?). Foi quando a pessoa que disse pra ele que só tinha café perguntou quem era e ele respondeu “Ezequiel”. Um mundo moderno esse, não? Tenho cara de simpatizante.

Fui almoçar em um desses restaurantes tema camarão e fiquei incomodada com o fato de poder sentar e pedir a comida, sem ter que pagar antes e levar na bandeja. Um atendimento irritante de tão bom - A senhora já foi atendida?, 3 vezes, no mínimo. Aí eu, people watcher, reparei no casal de velhinhos que sentou na mesa da frente - como o tempo é tão mais gentil com os homens e seus bigodes brancos, muito me imagino com um marido de bigodes brancos aos 60 anos. Porque se uma chata que toma bebidas só em copo descartável (chope em copo de Pepsi, pode?) conseguiu o seu coroa bigodudo, eu mereço também.

8 Junho, 2008

Descobertas dominicais

Arquivado como: carioca, moi, music — marinarama @ 12:22 pm

Eu sou o sol
Sou eu quem brilho

…musiquinha que eu cantarolo desde Pan times, quando vi Fernanda Abreu e Cauê cabeção dançando na televisão. Veja só como cada um tem um mínimo de bom senso neste mundo: Fernanda Abreu é uma dessas cantoras que eu desprezo totalmente, mesmo ela sendo:
- super exaltadora de Jorge;
- ex-integrante da divertida Blitz;
- irmã do Evandro Mesquita.

Implicância pessoal, confesso. Ela não é de todo mal meeeeshmo.

Ah sim, e a música é de meu amado Jorge Ben (Jor) - comprei um cd 9,90 Americanas dos novos tempos Ben Jor, olha que pecado - e se chama “O dia que o Sol declarou seu amor pela Terra”.

Tá vendo, Jorge Ben viaja tanto quanto eu.

3 Junho, 2008

vida

Arquivado como: aimeudeus, carioca, sigh, syrene, ódio — marinarama @ 8:29 pm

(não a cachorrinha da giselle)

John me escreveu, depois de eras. Tá, um mês, até menos, mas me pareceu uma era. Vai parar de trabalhar 100 horas/semana, ainda bem.

Cancelei meu curso de inglês porque vivo em Santa Cruz na hora das aulas e por total de completa falta de perspectiva. Hum, pagarei 400 pilas e ganharei mais um certificado - com validade. Para que, me diz.

Amanhã vou levar minha avó para casa do oculista, já que ela vai dilatar a pupila. Wish me luck.

Meu avô do cerrado tá internado desde a semana passada, muito receio de perdê-lo a qualquer momento. Eu só consigo falar por telefone, então só toco no assunto Fluminense na Libertadores pra não chorar feito uma idiota. Não sei se vou. Não sei nada.

Decidi NUNCA MAIS almoçar com eles dois; já captei todo o plano mirabolante dela.

17 Maio, 2008

carioca tag

Arquivado como: carioca, foto — marinarama @ 10:55 am

As coisas me acontecem durante o dia e eu sempre penso “boa de postar”. Mas esqueço, como tudo na minha vida. E já tentei carregar caderninho na bolsa para evitar esse problema, mas nem me aconteciam coisas interessantes quando eu levava ele na bolsa, e eu achava que me dava mais peso e é impossível escrever em movimento etc.

Então, agora, um esforço mental da minha manhã de sexta:

Estava eu dentro do 154 na Praia, quando ele parou no ponto praquela checagem habitual com o fiscal da empresa, quando eles começam a falar em códigos e o cara anota num papelzinho. E eles geralmente se tratam tão brothermente que eu acho simpático essa individualização do cotidiano do trabalho, mas sou só eu que penso essas merdas, aposto. Voltando. O cara cumprimentou o motorista e ficou naquele papo furado um minuto ou mais, a ponto de não ter visto o número da linha. Foi até a frente do micro-ônibus e lembrou que alguém ali perto queria pegar esse. Falou pra mulherzinha: “Aí, esse 154 passa lá”. Eu não vi a fulana, mas suponho que ela tenha reclamado que era com ar condicionado, porque o cidadão respondeu, colocando a mão dentro do ônibus, no vazio do vão da escada, para ‘avaliar’: “Não, esse não tá muito frio, não”.

Justiça seja feita, ar condicionado de ônibus aqui é uma coisa congelante.

E aí entramos na lógica portuguesa-carioca do transporte público. Ônibus sem ar custa R$2,10; com, R$2,40; metrô (que tem um ar muito menos potente), R$2,60. E os micro-ônibus, que deviam custar mais caro por carregar menos gente, são R$2,25.

Je ne comprends pas.

14 Maio, 2008

no titles for you, mister

Arquivado como: carioca, li..., veja — marinarama @ 9:31 pm

Muito medo da versão cinematográfica de Ensaio sobre a Cegueira. Imagina Cannes toda vomitando nas cenas de estrupo? Eu sempre imaginei a esquina da Real Grandeza com Voluntários para a primeira cena, lá se vai minha fantasia.

O Melhor Amigo da Noiva = O Casamento do Meu Melhor Amigo? Tomara que não reprise tanto.

10 Maio, 2008

a pior

Arquivado como: aimeudeus, brega, carioca, moi, sigh — marinarama @ 11:51 am

Pior semana do ano. Diria da década. Do século XX seria exagero.

Segunda - bom, segunda ainda estava me enganado, me preparando para a rasteira de terça - eu ainda no clima otimista no horóscopo de domingo. Mas uma amiga caiu da escada e se estragou toda.

Na terça, a filha desta mesma desastrada foi internada. Crise de asma. Já tinha parado na UTI anos antes. Preocupações.

Quarta, a fatídica. Sem comentários. Flamengo entregou o ouro. Dormi inocente, coitadinha, já pensando em qual locação latino americana pousaríamos no futuro. Decadente. Mas pior foi a UTI se concretizar. Sete anos, a bichinha. Coração apertadinho.

Quinta, a zoação que se estende até hoje. Soy loco por ti, America. Reuniões mil, correria geral, o caos completo. Mas pelo menos fora da UTI.

Sexta, mais fuzarca, chefe escroto, esporros muito sutis. Agüentei até o fim. Aí, em um momento mulherzinha no final do dia, liguei para mamãe chorando (do ônibus, olha que coisa patética):
- Se eu pagar sua passagem de presente de Dia das Mães, você vem pra cá?
Já tinha comprado, ia chegar de surpresa sem me avisar.

Sério, os poderes conquistados com a maternidade me pertubam muitíssimo.

3 Maio, 2008

abaixo a nostalgia

Arquivado como: carioca, links, oh!, veja — marinarama @ 11:35 am

carpe diem.

Ontem ganhei um ingresso para ver Os Produtores. Queria ver o espetáculo obviamente pelo meu ideal masculino em carne e osso fazer parte do elenco - Paulo Vladimir, claro - mas achava muita grana para um musical em português. Minto, também não tinha conseguido ver o filme com Matthew Broderick e Nathan Lane inteiro, e depois de Chicago achava que nenhum musical iria superá-lo (trauma daquele finje-que-não-existiu musical com a Renée Zwellger e Ewan McGregor).

Não superou, Chicago eu ainda acho fodíssimo, mas, cara, que surpresa. A adaptação toda ficou realmente muito boa, com piadinhas brasileiras equivalentes e todo um capricho visual. Gostei bastante. Falabella é o eterno Caco Antibes, mas pôxa, me diverti muito. Não vou dar maiores detalhes porque eles pedem boas recomendações, então se puderem, assistam.

Só aviso que Vladimir sua muito, o ar tem toda uma naftalina ao redor e demora pacas.

26 Abril, 2008

aprendizados da semana

Arquivado como: carioca, impoliticamente — marinarama @ 6:15 pm

Eu era dessa gente que fazia sinal para os motoristas desatentos que deixavam o farol aceso de dia. “Burgueses malditos que saem da garagem e não notam o farol aceso”, eu pensava. Não é o caso. Não todos, ao menos. É para forçar o povo a sair da frente, é aquele tipo de gente que corre e ultrapassa pela direita e sai cortando todo mundo. Esse tipo de gente.

Quero mais é que eles fiquem sem bateria esquecendo os bichos acesos no estacionamento. Ou que tenham os vidros trincados por pedrinhas na Avenida Brasil.

15 Abril, 2008

hoje

Arquivado como: carioca, moi — marinarama @ 8:19 pm

Vi uma barata albina. Juro. Não que eu já tenha ouvido falar de baratas albinas, mas se tratava de um espécime praticamente translúcido. Não notei maionese em ponto algum - também não fiquei lá, analisando a mutante; mesmo porque ela saiu correndo - só circulação. No banheiro do meu trabalho (baratinha, que que tem?). Baratinha albina transparente.

Joguei finalmente na Mega Sena. Porque desde o dia do cocô do pombo, as pessoas me mandam jogar, e a Mega Sena acumulou duas vezes desde então, voilá. Aquela que não sabe PN de loteria, vira pra mocinha e pede: “Queria aquele que a máquina sorteia, não tem disso?”. Dois jogos. Os dois saíram 21, dia do meu aniversário. Pode não dar em nada, mas interessante fato.

Tive uma dor de cabeça monstro das 14hs às 20hs. É, acabou agora, depois de um Paracetamol, uma Neosaldina e uma aspirina. Não sei qual não pode com dengue, se acordar amanhã, pesquiso.

Uma chuva chata nesse Rio de Janeiro.

12 Abril, 2008

esta semana

Arquivado como: carioca, moi — marinarama @ 9:40 am

“Não sei se você já teve essa experiência. Correr dentro de um túnel. No fluxo contrário do trânsito. Sensação angustiante. É como eu me sinto vivendo no Brasil: ralo, ralo, ralo, e continuo na direção contrária”.

“Eu acho que para a pessoa que não teve acesso ao ensino regular, a melhor opção de emprego é garçom. Não é nada, você está em um ambiente de bom nível, e, de qualquer maneira, come”.

Mega Sena acumulou, você reparou? Claro, ainda não joguei com essa minha sorte de pombo cagou no braço sort of thing.

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