Coconuts

31 Maio, 2008

is it only me?

Arquivado como: moi, music — marinarama @ 11:17 am

Quando eu passo a escutar uma música atual (de 1997 para frente atual), depois de um tempo acho que todo cidadão vivente conhece aquela. Love You Madly, por exemplo, pulo porque é música de modinha. Me vem à cabeça aquelas patys de cabelo com mechas douradas, a bordo de seu 206, cantando “yêah”. Não quero ser associada com elas, entende?

Por essas e outras, I stick to the classics.

29 Maio, 2008

viva a globalização

Arquivado como: ironiadacoisa — marinarama @ 10:35 pm

A loja é espanhola, mas a calça é da Turquia e o suéter do Camboja.

Onde mais eu teria algo do Camboja, me diz?

25 Maio, 2008

caetano

Arquivado como: music — marinarama @ 2:00 pm

me dê um beijo, meu amor
eles estão nos esperando
os automóveis ardem em chamas

help!

Arquivado como: moi, oh! — marinarama @ 10:12 am

Estava ontem no shopping e acabei comprando um vestido lindinho na Renner, swing sixties sort of thing. Quentinho, bem propício para o inverno. Titia me disse que, por ser preto, ia enfatizar a minha magrelice (não nesses termos, é claro), mas como já era a segunda vez que eu experimentava este mesmo vestido e eu tinha gostado muito com a minha melissa, e que eu estava me forçando a virar esse tipo de gente que anda de vestido por aí sem se importar com seus gambitos… levei. O que nos leva à conclusão de que unhas francesinhas têm um poder sobrenatural sobre a vaidade das mulheres, mas enfim.

Cheguei à outra mirabolante conclusão agora, quando experimentei em casa, para ver se no meu espelho ficava tão bom quanto no da Renner. Não ficou. Eu realmente fiquei magrela. Será, então, que os espelhos das lojas de roupa são cientificamente projetados para fazer você se sentir melhor? Se este é o caso, é uma conspiração somente contra as magrelas como eu, que se sentem bem mais encorpadas que em casa? Não faz sentido, visto que a maioria esmagadora reclama justamente do contrário. Por que, então, eles gastariam milhões em pesquisas para projetar espelhos engordativos? Ou seriam os tais espelhos automaticamente programados para engordar magrelas e emagrecer gordinhas, já que do alto do meu parco conhecimento estatístico de sentimentos para com o espelho alheio, as pessoas tendem a se sentir melhor que em frente ao de casa?

Mistérios.

Vou trocar o vestido e ganhar crédito na Zara de pobre, mesmo.

24 Maio, 2008

As conspirações da minha cabeça

Arquivado como: ironiadacoisa — marinarama @ 10:30 am

Esse fim de semana pretendo finalmente assistir A Culpa é do Fidel. Já tem meses que ele está lá, nos horários ainda não muito alternativos, como se dissesse “deixa só Marina vir ue eu tiro de cartaz”. Há de se ajudar as conspirações.

Então Steven Soderbergh fez um filme sobre Che Guevara. Com Rodrigo Santoro de irmão de Fidel. Com mais de quatro horas. Na lista da conspiração.

19 Maio, 2008

um santo bombril

Arquivado como: music — marinarama @ 10:07 pm

Meu glorioso São Cristóvão
Meu glorioso mártir
Portador de Cristo
Intercedei por nós
Nos flagelos, terremotos,
Incêndios, inundações
Nas viagens de terra
Subterrâneo, mar e ar
Livrai-nos do pecado
Da perdição
Conduzimo-nos a Deus
Até o Porto Seguro
Da felicidade eterna
Imploramos por Jesus Cristo
Que conduziste nos ombros
Amém

Arquivado como: sigh — marinarama @ 9:50 pm

Ai, sei lá, hoje não foi um dia legal.

Vontade zero de postar.

18 Maio, 2008

faxina

Arquivado como: moi, sigh — marinarama @ 9:19 pm

Arrumar armário faz a gente encontrar umas coisinhas assim:

Não pergunte, ninguém soube explicar nada. Clever as a fox?

17 Maio, 2008

gente!

Arquivado como: brega — marinarama @ 11:33 am

boogie shoes é de kc and the sunshine band.

minha vida está completa.

carioca tag

Arquivado como: carioca, foto — marinarama @ 10:55 am

As coisas me acontecem durante o dia e eu sempre penso “boa de postar”. Mas esqueço, como tudo na minha vida. E já tentei carregar caderninho na bolsa para evitar esse problema, mas nem me aconteciam coisas interessantes quando eu levava ele na bolsa, e eu achava que me dava mais peso e é impossível escrever em movimento etc.

Então, agora, um esforço mental da minha manhã de sexta:

Estava eu dentro do 154 na Praia, quando ele parou no ponto praquela checagem habitual com o fiscal da empresa, quando eles começam a falar em códigos e o cara anota num papelzinho. E eles geralmente se tratam tão brothermente que eu acho simpático essa individualização do cotidiano do trabalho, mas sou só eu que penso essas merdas, aposto. Voltando. O cara cumprimentou o motorista e ficou naquele papo furado um minuto ou mais, a ponto de não ter visto o número da linha. Foi até a frente do micro-ônibus e lembrou que alguém ali perto queria pegar esse. Falou pra mulherzinha: “Aí, esse 154 passa lá”. Eu não vi a fulana, mas suponho que ela tenha reclamado que era com ar condicionado, porque o cidadão respondeu, colocando a mão dentro do ônibus, no vazio do vão da escada, para ‘avaliar’: “Não, esse não tá muito frio, não”.

Justiça seja feita, ar condicionado de ônibus aqui é uma coisa congelante.

E aí entramos na lógica portuguesa-carioca do transporte público. Ônibus sem ar custa R$2,10; com, R$2,40; metrô (que tem um ar muito menos potente), R$2,60. E os micro-ônibus, que deviam custar mais caro por carregar menos gente, são R$2,25.

Je ne comprends pas.

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