Estava eu em uma casa onde tinha uma cocker louca que atravessava buracos entre cômodos (e a casa continuava de pé, fascinante). Minto, uma filhote de leoa, justamente. Daí toda a coisa: tinha essa caixa de sapato misteriosa a la Tieta do Agreste, que, claro, eu abri pra ver o que era. Saltaram daí uma porrada de - sabe aquela luzinha colorida que a gente vê depois de exposto a luz? Mais ou menos aquilo. Que depois vim eu saber que se tratavam de futuros filhotes de leão (!), e, ao mesmo tempo, estavam no estágio de “pensamento”. Eram, na verdade, pensamentos de canções. Canções de Simon & Garfunkel.
E eu acho que basta, não?