Coconuts

29 Dezembro, 2007

Me ensine!

Arquivado como: carioca, impoliticamente, pff..., sigh — marinarama @ 7:46 pm

Me ensine a colocar fotos do meu Flickr neste maldito blog.

Mas antes me dê paciência para aturar as chamadas batidas do Fantástico, as supertições de ano novo e o calor carioca de 72°C.

publicações musicais

Arquivado como: aborrecimentos, brega, caralho, carioca, foda, ironiadacoisa, li..., moi, music, oh!, pff... — marinarama @ 11:53 am

Me bateu o maior remorso quando chegou  a última edição da Revista da mtv, última indeed, com cartas de despedida e tudo mais. Eu tinha cancelado a assinatura semanas antes. Lamento pelo desemprego e tal, mas a revista estava uma bosta. Nem os ingressos de cinema salvavam ultimamente. Sem perceber, até comprei três Rolling Stones para compensar. Do Jack Sparrow, the Police e Rita Lee, porque Faustão, convenhamos.

Esta última, então, me proporcionou momentos hilários dentro do avião durante a subida, contrastando com as dores lacinantes que eu senti na descida. As risadas foram daquele tipo que você sente vergonha de si mesmo por rir tanto a ponto de causar curiosidade nas pessoas perto. Mal sabia a guria de 12 anos ao meu lado que se tratava de uma sensacional - mas muito suja - divagação de Tom Zé:

“Ele [o LP de 1979, Mania de Você] foi responsável pela educação sexual daquela época, com suas letras sexo-pedagógicas criadas pelo fato de Rita ter encontrado um marido tão fantástico como Roberto de Carvalho. Nunca vi uma pessoa se apaixonar tanto por um pau de um namorado a ponto de tecer loas constantes e repetidas em tudo que cantava. (…) No futuro , as moças podiam até reivindicar um pau como o que ela teve. A ciência, quando se tornar útil para o povo, vai estudar o pau de Roberto de Carvalho, criar pênis iguais e pôr no mercado. Toda moça haverá de dizer: ‘Também quero o meu igual’.

Eu preciso muito assistir Fabricando Tom Zé.

As dores lacinantes, pois. Em uma das últimas viagens de avião eu senti essa dor absurda de pressão no olho, parecia que ia sair e ficar dependurado na minha mão, a esta hora já em forma de conchinha. Dessa vez, não, a dor começou no pouso e pegou a cabeça toda. Insuportável você sentir algo que não sabe de onde vem, pensar que sua cabeça vai explodir a la Jimmy Worm, sair correndo pro banheiro, meter uma água no rosto de não adiantar nada. Tive a magnífica idéia de perguntar o que fazer à aeromoça (profissão que desprezo completamente, garçonete dos ares; mas já que está ali, deve saber algo). “A senhora deve estar gripada”. Diagnóstico final: sinusite. 80 reais de remédio, um calor infernal, reunião em Santa Cruz em pleno 26/12…

Fim de ano escroto, você não faz nem idéia.

23 Dezembro, 2007

ode ao saudosismo

Arquivado como: aborrecimentos, ironiadacoisa, moi, music, pan, sigh — marinarama @ 10:45 am

Mané resoluções do ano novo, mas sim as lembranças de 07:

1. li Saramago;
2. li para caraí, na verdade, uns 10 livros de gente no ócio dos hotéis;
3. fiquei amiga de argentinos;
4. conheci espanhóis;
5. pisei no gramado do Maracanã duas vezes (só falta agora com grama);
6. viajei umas 10 vezes, quantas árvores plantar? hohoho
7. passei uma merda ferrenha, mas também aconteceram muitas coisas bem legais.

Karma, galera, o nome disso é karma.

as canções que você fez para mim

Arquivado como: foda, ironiadacoisa, moi, music, nerd — marinarama @ 10:35 am

Quando eu jogo Civilization e afins eu sempre escolho um povo randomly e cago para as tecnologias recomendadas (caça, religião, matemática) em prol da música. Meu povinho de settlers, guerreiros medievais e builders não sai dançando nem coisa assim (como seria o Brasil arcaico, nessa ocasião em fevereiro), nem se torna mais avançado que os outros de maneira alguma, mas eu gosto de pensar que o iPod lá já é construído em 1750s.

Acho que o meu mal é gostar de pensar que… demais.

Uma pena que os meus cd’s daqui da calangolândia sejam do tipo antigo, em espaçosos centímetros de diâmetro. Eu não tenho espaço para eles na guanabara por enquanto. Ando pensando seriamente em comprar 80 gigas de espaço musical, mas não me vejo economizando mais de 800 reais para uma coisinha tão pequena. Não em vejo economizando, na verdade. Mas isso é algo que mudará em oh eight, you just wait.

Oswald de Andrade me odeia neste momento.

19 Dezembro, 2007

das pessoas que invejo porque admiro

Arquivado como: aimeudeus, caralho, foda, foto — marinarama @ 8:06 pm

natalie-portman1.jpg 

i) ela sim pode dizer que deu uns pegas no gael;
ii) ela leprosa fica bonita;
iii) atriz do caralho;
iv) caga para hollywood.

18 Dezembro, 2007

must… do… surveys

Arquivado como: brega, moi, sigh — marinarama @ 10:08 pm

(ah, meus tempos de livejournal!)

1. Do you still have pictures of you and an ex?
i shall never

2. Are you a bitch?
ocasionally. more than recommended

3. Do you cuss often?
sure.

4. When was the last time you cried?
i cry for any reason these days.

6. Do you use lyrics to express how you feel?
only blogging and on orkut communities.

7. Are you ashamed of your past?
no. it’s not as bad as it could be.

8. Where does your grandma live?
here ¬¬

9. Anyone close to you ever died?
only grandparents siblings, born in early 20s.

10. Who’s always there for you unconditionally other than family?
a handful.

12. What was the last song you downloaded?
probably a the police one.

13. Who was the last person you yelled at?
grandma.

14. What’s for dinner?
parisian pasta.

15. Do you have a lap top?
sadly, no.

16. Are you going on vacation in the summer?
rio de janeiro

17. Do you ride roller coasters?
never had the guts.

18?
nah, he gave me 21.

19. Do looks matter?
a little bit, yep.

20. Have you ever thought about turning gay?
considering i have a lot of stupid thoughts, the answer is yes. don’t think my grandma would take it hahaha

21. Do you have good memories with old friends?
i do.

22. Have you ever been to Hollywood?
no.

23. Are you wearing a necklace?
no, a ring.

24. What time is it?
11:03 pm.

25. Would you date the person who posted this?
no, i’m not gay.

26. Are you happy right now?
i am.

26. Do you regret anything that you have done?
for a while, then i just forget about it, if it’s not ALL that. otehrwise i stay awake pondering for days.

27. What are you doing tonight?
i did anything but all i planned to do, including this survey.

28. Do you trust people other than your family?
i do, but luckily or not i’m one of these people with pretty reasonable family members.

29. If you were someone else, would you be friends with yourself?
i would.

30. What is something you say or do when you’re mad without even thinking about it?
i give it away too easily. i am pretty pissed to the point of people ask me if i’m mad at them.

31. What family member do you look like?
dad.

32. What friend will be coming over to your house next?
no one any time soon, i guess.

33. Have you ever cried from being so mad?
sure.

34. Who is number 1 on your top friends?
a few good people. bff’s are for losers.

35. Why is this person first?
they are not.

36. Do you like messages or comments better?
i like post-it notes.

16 Dezembro, 2007

eu quero uma casa no campo

Arquivado como: carioca, foda, moi, music, sigh — marinarama @ 7:22 pm

As coisas funcionam melhor comigo quando eu escrevo as idéias, então voilá.

Objetivo principal deste ano foi - duramente - alcançado: salário bacana para uma pessoa solteira, saída da casa dos pais. Próximo passo: um lar. A questão é: vale a pena morrer em aluguel/condomínio quando se tem planos de visitar a Europa nas próximas por agora longíquas férias? Bom, meu querido irmão já bem me qualificou como a “rainha das prestações”, descarte essa preocupação porque existe submarinoviagens, graças ao bom senhor.

Pois bem, um lugar para morar deve ser necessariamente de fácil acesso ao metrô. Não precisa ser em rua interna, eu tenho sono pesado e desabo sob qualquer ruído de Barata Ribeiro ou Voluntários da Pátria. Até sublimo, depois de 15 anos de eixinho. Tem que ser perto de uma padaria, porque meu reino por um café com leite com pão. Não precisa ser perto de praia/lagoa, mas também não precisa ser em rota de bala perdida*. Seria melhor por aqui em Botafogo ou redondezas, para desencargo de consciência. Em andar alto, com porteiro, porque eu atraio stalkers e não quero ser facilmente encontrada. A mobília eu divido em parcelas infinitas das Casas Bahia (porque pobre só tem mesmo o nome, não pode sujá-lo), mas certeza que recebo uma ajuda externa.

É isso aí. Pondera. Uma coisa de cada vez. Em breve meus livros, meus discos e meus amigos vão ter onde ficar.

* Eu achava exagero da mídia essa história. Não é. Sexta aqui no Dona Marta explodiram fogos por uma hora, pelo menos, bem na hora do Tim Maia. Fogos e rajadas de tiros, contínuos. É porque o prédio é de lado, se não tava todo mundo dentro do banheiro de empregada, mermão.

15 Dezembro, 2007

right…

Arquivado como: brega, ironiadacoisa, moi, pff... — marinarama @ 10:44 am

Você acha que os clichês nunca vão te atingir, até que te ocorre, na melhor das tradições da Rua 34:

I’ll be home for Christmans.

sheep na cidade grande

Arquivado como: carioca — marinarama @ 10:37 am

Não creio que sejam especificamente cariocas, mas somente da categoria “que em Brasília não se vê”.

Alagamentos são algo que não entram na minha cabeça. Eu sei que tudo trata-se de cidade não-plana + lixo em bueiro = ruas alagadas, ainda assim me impressiona muito o fato de ter que sair com um par de sapatos extra para chegar seca ao trabalho.

Mas acho hilário a quantidade de esqueletos de guarda-chuvas abandonados no caminho. Praticamente um cemitério de elefantes.

12 Dezembro, 2007

ah é

Arquivado como: carioca, foda, moi, music — marinarama @ 7:06 pm

O show foi ex-ce-len-te (até dos Paralamas!), um calor do cão, mas quem se importa? Confesso que poderia ter prestado mais atenção, mas “o Cachorrrro Grande passou pela gente, meu (eles nasceram com aquelas boinas, impressionante), e danou-se. O Maracanã era uma babel, praticamente: os corinthianos, os gaúchos e eu, esse ser sem origem definida. Porque quando me perguntam de onde eu sou, eu falo Santos, já que é o que meu RG diz. 3 meses em Santos, 24 anos em Brasília; lógica total. Sou uma paulista, mesmo. Mas não falo meu igual a caró, aposto.

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