Coconuts

26 Junho, 2007

Aviso aos navegantes

Arquivado como: aimeudeus, li... — marinarama @ 3:49 pm

Vim pro Rio. Pro Pan. Credencial infinita. Salário zero. Provável salário em agosto, traduzindo. Nunca pensei que fosse possível não ter mais que dar aula, só traduzir. Aparecendo na televisão, quem sabe.

O grande Guimarães Rosa tem uma das melhores frases sobre o tema, até coloquei na folha de rosto da minha monografia. “Traduzir é conviver”. Ia até colocar uma foto maneira do Museu da Língua Portuguesa com as Veredas dele, mas a Ipanema abaixo me pareceu mais propícia* ao astral do momento.

 Mas foi dose. Largar mamãe, então. Chorei. Ando chorando que nem uma besta. Mas é preciso. É necessário tomar vergonha na cara e perceber que quartinho quentinho, café com leite de manhã, cachorro, dois gatos, papagaio. Cabô. É aturar vó implicante, pegar trânsito de duas horas na chuva. Ir pro mundo. Evoluir.

* nota: palavras que não sei escrever: propícia, ritmo, etc.

Ipanema

Arquivado como: foto — marinarama @ 3:39 pm


Ipanema

Upload feito originalmente por marinarama

20 Junho, 2007

Saldo total

Arquivado como: aborrecimentos, foda, pff... — marinarama @ 4:11 pm

Quadro geral de dois meses de Jardim 2:

  • um hidratante Boticário;
  • uma florzinha (que não é violeta);
  • um conjunto lapiseira/ caneta com meu nome gravado;
  • fofuras e pestes;
  • duas gripes;
  • menos fé na humanidade (inclua-me aí nesta também).

17 Junho, 2007

Arquivado como: aimeudeus, foto, music, veja — marinarama @ 12:46 pm

amelie_nino.jpg

Si tu n’étais pas là
Comment pourrais-je vivre
Je ne connaîtrais pas
Ce bonheur qui m’enivre

Quand je suis dans tes bras
Mon coeur joyeux se livre
Comment pourrais-je vivre
Si tu n’étais pas là

Frehél

Meu reino pelas comunidades

Arquivado como: aimeudeus, iogurte, veja — marinarama @ 9:17 am

Nerds mandam bem (em html) mas, convenhamos, comunidade é coisa de momento. Um dia você pode acordar literário, em outro, totalitário; porque nem sempre os eufemismos funcionam. Mesmo quando eufemismos rulez, sempre rola aquela vergonha alheia (ou própria, já que eu gosto de ABBA, que droga e tenho velhice precoce). O que me diverte realmente são as improváveis homenagens a Manah Manah, à ovelha e, obviamente, aos famosos diálogos por MSN. Além de encontrar gente que também não gosta do Canadá, mas que também ama o Cartman e já tinha percebido as puculiariedades das apurações carnavalescas.

Excelente!

16 Junho, 2007

Arquivado como: aimeudeus — marinarama @ 8:36 pm

Flávia, uma japonesinha de 5 anos. Coisa mais fofa. Eu, em um momento apaixonado/stalker digo:

- Flavinha, vou levar você pra minha casa!

- Ai, mas hoje eu tenho natação…

Os professores de jardim de infância têm que se apegar aos bons momentos. Estes são poucos.

Arquivado como: caralho, veja — marinarama @ 6:04 pm

Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu

aTRaIxXx dU tRIU eLEtRiCU sOh nauM VAi QM jAH mOrREU

Arquivado como: music, pff... — marinarama @ 5:49 pm

Aí hoje, pleno sabadão à tarde, estava eu nas Lojas Americanas procurando mais uma pechincha musical de R$9,90. Achei um João Bôsco - 100ª Apresentação por um real a mais; que já valeu a pena. Eu já tenho um acervo magnífico de nove-e-noventa. Para quem gosta de música idosa, é sempre um achado: dois do Jorge Ben, um do Caetano, dois Chicos, um Paralamas, dois Skanks, um Kid Abelha.

Mas o melhor é que hoje, em especial, reparei em uns cinco que uma senhora que dividia o estande comigo tinha na mão. A saber: Leandro e Leonardo, Zezé e (claro) Banda Calypso.

Ai, terei saudades do meu Goiás.

Arquivado como: music, pff... — marinarama @ 5:43 pm

A MTV quer que eu desista deles*, mesmo.

Encontro Coca-Cola (ou qualquer coisa parecida): NX Zero e ARMANDINHO!

Artista do mês: Charlie Brown Jr.

Não é a toa que a revista vem com ingresso de cinema (créditos ao Pedro).

*convenhamos, eu devo ser a única pessoa da minha idade que ainda assiste essa bosta

13 Junho, 2007

O fanatismo, que bobagem

Arquivado como: li..., music — marinarama @ 5:50 pm

Ou “Que anta sou”.

Eu devo ter ouvido “A Day in the Life” umas setecentas vezes. No mínimo. O meu cd azul 1967-1970 está completamente arranhado, tendo sido ouvido quase que toda semana dos meus 14 aos 18 anos. Todo e qualquer acorde entoado eu identifico em segundos. Nas minhas infinitas listas de top 5 Beatles favourites, ela sempre esteve por ali.

Pois nunca me ocorreu o que o ex-porta-voz da república ouviu:

“O despertador toca, mudam o ritmo, a melodia, e Paul, em um trecho de canção sua não terminada, dá outra versão do começo do dia. Não há acidentes fatais, guerras e indiferença. Apenas os afazeres diários e seguros. Levantar, tomar café, pegar a condução. Depois de uma tragada no ônibus, entretanto, volta-se a sonhar. (…) O que garante, então, que o que se chama de realidade (acordar, tomar café, etc.) não seja apenas um sonho, uma aparência, e que a verdadeira realidade esteja no que aqui aparece como um sonho?”

Sem querer soar repetitiva, putz, Piuaí esse mês tá excelente.

Próxima Página »

Blog em WordPress.com.