Coconuts

30 Maio, 2007

Arquivado como: music, videos — marinarama @ 5:53 pm

Ai que esse blog tá muito Francisco Ferdinando.

Manah Manah, come to my rescue!

Arquivado como: music, ódio — marinarama @ 5:47 pm

all the boys i hate/ all the girls i hate/ all the words i hate/ all the clothes i hate 

Não se esforce muito pra me irritar. Às vezes a sua própria existência já me basta.

Enviar textos metidos a engraçados, abarrotados de palavrões, atribui-los ao Jabor (que triste a sua inspiração), ao Millôr (melhorou) ou ao Veríssimo (ainda há esperança no mundo) é uma boa medida.

Questionar o meu profissionalismo, reclamar de algo que eu não poderia ter feito de qualquer maneira é outra.

Gritar (de alegria, de tristeza, de raiva, EM DISCUSSÕES) é a maior de todas.

Ainda bem que pelo menos o Kapranos me entende.

27 Maio, 2007

Arquivado como: veja — marinarama @ 11:32 am

scott.jpg

“This year more people will use cocaine than will read a book to their children”

Michael Scott, World’s Best Boss

26 Maio, 2007

Ich heisse super fantastiche

Arquivado como: católica — marinarama @ 3:29 pm

Engraçado como é tudo tão irônico. Se a vida fosse pré-determinada - o futuro, as escolhas e tudo o mais - pense como seria idiota. Deus te daria um formulário estilo McLanche Feliz, escolha os seus três melhores amigos para a vida. Você, espírito, feto, massa celular, que seja; fazendo escolhas e programando a vida terrena. Eu nunca escolheria aqueles que são os meus amigos hoje, 26 de maio de 2007. Do mesmo modo que se Deus me fizesse escolher agora o resto da minha vida, certamente erraria escolhendo alguéns que eu, com 57 anos, detestarei.

Louco, né?

Deve ser por isso que Ele - Ela? It? Das? - decidiu que parente ninguém escolheria.

24 Maio, 2007

Arquivado como: music — marinarama @ 6:42 pm

Tenha medo não, tenha medo não, tenha medo não.
Nada é pior do que tudo, nada é pior do que tudo.

Elis deu pra falar comigo no mp3 ultimamente.

22 Maio, 2007

Arquivado como: foda, music, pff... — marinarama @ 5:10 pm

um mundo que anda hostil

Saindo da rodoviária agorinha, eu leio na lataria de um ônibus, todo imponente: “ar condicionado ecológico”. Pouco antes do próprio veículo soltar fumaça suficiente por três do tamanho dele.

Tudo errado, tudo errado.

20 Maio, 2007

…na Piauí

Arquivado como: li..., music — marinarama @ 7:06 pm

Sobre a Aracy de Almeida, “a cantora do Noel”:

“No final dos anos 30, Aracy dividiu o travesseiro com o então goleiro do Vasco da Gama, time de coração. (…) Conhecido como Rey, o goleiro disse que, certo dia, em casa, começou a encerar o chão para se exercitar - Aracy estava fora - quando batem à porta. Ele atendeu e deparou com o incansável (e pouco confiável) David Nasser, que queria mostrar uma música para a cantora. O jogador, que foi também goleiro da seleção, disse que se o compositor encerasse toda a casa, Aracy gravaria a música. Nasser empunhou o vassorão e, em duas horas, o chão brilhava. Quando chegou em casa, Aracy se surpreendeu com o belo trabalho. Rey contou a história, defendeu Nasser, e Aracy gravou ‘Com Razão Ou Sem Razão’. O amor é realmente lindo.

Arquivado como: pôrra, ódio — marinarama @ 6:14 pm

Não é para se odiar gente que digita sem dar espaço entre as frases?Porque é uma questão estética, pôrra.Mesmo que a pessoa venha com o papo de ser de exatas,não saber escrever,esse lugar comum.Será que não passa na cabeça da criatura que é simplesmente errado uma letra grudada num ponto grudadanumaletra?

Arquivado como: pff..., videos — marinarama @ 9:41 am

 Eu me irritaria com esse inglês tosco da Marília, também. Nunca falarei mal da fodest Madonna. Só dos filmes dela, mesmo.

19 Maio, 2007

…Neruda, Pablo. Para Nascer Nasci.

Arquivado como: li... — marinarama @ 6:17 pm

“Mas Brasília não tem portas: é espaço claro, extensão mental, claridade construída. Os setores comuns pululam de crianças, seus palácios dão dignidade inédita às instituições. O arquiteto Ítalo, companheiro de Niemeyer, já tem dez anos de Brasília e nos assinala o novo Itamaraty, o Congresso, o Teatro inconcluso, a Catedral, rosa férrea que abre na altura grandes pétalas para o infinito.

 Brasília, isolada em seu milagre humano, em meio do espaço brasileiro, é como uma imposição da suprema vontade criadora do homem. Daqui nos sentiremos dignos de voar aos planetas. Niemeyer é o ponto final de uma parábola que começa em Leonardo: a utilidade do pensamento construtivo: a criação como dever social: a satisfação especial da inteligência”.

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